Pular para o conteúdo principal

Pearl Jam - "Backspacer"

Hello again meus amigos!


Uma novidade quentinha sobre uma das minhas bandas favoritas! *.*

O "Pearl Jam"!!! óóóóóóóóóóóó \o/ \o/ \o/


Tem uma revista alemã chamada Visions, que em sua ultima edição trouxe uma analise sobre as faixas do novo albúm do PJ, intitulado "Backspacer".
Segundo a revista o álbum terá 11 músicas em apenas 36 minutos ( Rapidinha as músicas hein!):

1. See My Friend
2. Got Some
3. The Fixer
4. Johnny Guitar
5. Just Breathe
6. Amongst The Waves
7. Unthought Known
8. Supersonic
9. Speed Of Sound
10. Force Of Nature
11. The End


O nono álbum em estúdio do Pearl Jam "Backspacer" é o primeiro produzido por Brendan O'Brien desde "Yield".


Analise das faixas pela revista:

See My Friend: Pearl Jam, como se espera hoje: puro rock, letra forte, simples e agressivo.

Got Some: Também rock, também simples, direto e quase raivoso, mas com guitarras marcantes de Mike McCready.

The Fixer: O primeiro ponto alto do disco. Firme, quase um rock clássico, mas ao mesmo tempo hábil. Um pouco estranha, com melodia vocal e um ritmo bacana, a música chega a atingir o grau de mini-hino.

Johnny Guitar: Felizmente não tão besta quanto o título. Também bem rock, mas notoriamente com uma letra dotada de bastante conteúdo.

Just Breathe: A primeira pausa para retomar o fôlego. Uma balada bonitinha. Os dedos deslizam sobre as cordas. Um arranjo de cordas discreto e a letra sobre o amor - um vocal maduro, grandioso, estupendo.

Amongst the Waves: Finalmente uma música que não se desenvolve somente para frente, mas para todos os lados que toca os céus. A progressão positiva lembra "Given To Fly", também pelo fato de que não dá para definir o ponto de partida em "Amongst the Waves" (Letra? Guitarrra? Bateria?)

Unthought Known: De cara uma elevação no ritmo, depois uma música passional de ritmo mediano, que se torna um pouco difusa perto do fim. mas ainda mais palpável do que quase qualquer outra música do álbum.

Supersonic: a música insana obrigatória, que desde "Vitalogy" ocupa um bom lugar nos discos do Pearl Jam. Quase alegrinha em seu ritmo acelerado, conduzida por Matt Cameron, que de início soa como Soundgarden. Mas o Soundgarden podia compor tais fragmentos complexos melhor.

Speed of Sound: Exótica. Uma música pop peculiar com um som que difere do restante do álbum, produzido com clareza e distinção. Ainda assim: Piano, pungência, tensão.



Force of Nature: Uma música rock como se fosse um show do Pearl Jam de hoje: começa de forma singela, mas vai crescendo até, de repente, dominar completamente quem a ouve.



The End: A segunda música acústica, acústica no sentido literal. Uma das baladas mais fortes da banda desde muito tempo, pois, dentre outros fatores, pois a urgência na voz de Vedder é aqui bem perceptível. Também o fim do fim merece um final.



Em meu ponto de vista, na levada que vem o Eddiezinho Vedder, vão ser musicas com letras e melodias mais maduras, como vi em seu album Solo, "Into the Wild".


Bom, Pearl Jam é Pearl Jam né? Agora é esperar o lançamento, e ver se este cd vai ficar na minha cabeceira por muito tempo.





Créditos ao Site: http://www.pearljamevolution.com/





Aquele abraço.

Comentários

Anônimo disse…
Whatever.

PJ = Lixo.
Sou disse…
Faaaaaaaaaaaalai primo
A quanto tempo heim ...
Muito eu memso digo bviu ...
audehauehau
Na minha atual trilha sonora ...
Artic Monkeys - I Bet You Look Good on DanceFloor
Muito bom por sinal né!!!
Enfim vamos ao que interessa que são os comentários sobre o post.
O seu post sobre o mais novo cd do Pearl Jam nada mais posso dizer que brilhante.
Comentários assaz pertinentes sobre cada faixa que nele existe.
Os comentários são bem interessantes, porque são feitos por pessoas bem enetndidas do assunto e isso ajuda um leigo a entender mais ou menos aquilo que ele possa ouvir num futuro próximo ou distante mesmo ...kkkk
Por hoje chega, agora sim é o momento do Sr. fazer uma breve visita nos meus post's já que deixei um novinho em filha recentemente ...
Spañol disse…
esperando mesmo é a "ida" do Gengivas Sangretas, que nunca saiu do papel hehehehe
Anônimo disse…
kkkkkkkkkkkkkkkkkk quem é esse papito que eu vo estrangular hiauhauiahauihauih meu é uma merda, imagine se eu escrevo tanto, o quanto eu falo????? kkkkkk mas eu to treinando meu lado OBJETIVO kkkkk vou melhorar jhuahauhasaushuah


ahahaha nunca tinha entrado no seu blog que mierda, mas agora vou entrar sempre e talz...só eu escrevo muito? huaihauiahaui

sei sei sei
Anônimo disse…
aaaaaaaaaaaaaaaaaaa
IvoRosFar disse…
Boas, só queria dizer que este album está simplesmente fantástico, muit bem conseguido e com muito boas melodias e claro um rock grandioso.
Destaco a musica n.º2 got some, n.º3 the fixer, n.º5 the breath... mas claro que todas as outras são fantásticas também.

novidade neste album é que depois de comprar, podemos fazer download de cerca de 3 horas de musica, evita a pirataria.

Vale a pena comprar....

Abraços

Postagens mais visitadas deste blog

E o bom e velho Rock'n'Roll?

Hey hey Kids, come on! (Aproveitando que meu chefe não está , vim aqui prosear um pouquinho ;P) E venho hoje com uma perguntinha : - O ROCK ACABOU? Responda sinceramente, faz quanto tempo que você presenciou o lançamento de uma boa banda de Rock? Dez, quinze, vinte anos? Ou você já presenciou? É complicado afirmar a morte do "Rock", com o mercado de hoje, onde a qualidade musical vem sendo deixada para trás, cada vez mais. A cada dia, se extinguem os poucos ouvidos apurados que vagam por aí. Hoje você conta nos dedos (da mão do Lula), quantas rádios tocam uma música de boa qualidade. Aposto e ganho, caso eu vá para a rua vender cd's, de um lado Led Zeppelin (Se você não conhece, merece um tapa na cara), e do outro lado o hit do momento, como a dança do Créu, ou mesmo aquilo que alguns chamam de música, "dança do quadrado" (Quando toca isso em qualquer festa, eu só penso comigo: "Por favor, alguém me dê um tiro!"), tenho certeza de que o Led Zeppelin v...

Por que nunca estamos felizes com o que temos?

Por que nunca estamos felizes com o que temos? Mesmo sabendo que tem gente que daria tudo para viver exatamente o que vivemos. A ânsia de ter e o tédio de possuir. Essa pergunta parece simples, mas carrega um peso enorme. No fundo, ela fala sobre algo que todo mundo sente, mas poucos têm coragem de admitir: uma inquietação constante, uma sensação de que falta algo , mesmo quando aparentemente não falta nada . A gente vive num mundo que estimula a insatisfação o tempo todo. Somos ensinados, desde cedo, que ter mais é sinônimo de ser mais . Mais dinheiro, mais sucesso, mais beleza, mais reconhecimento. E o problema não tá exatamente em querer crescer ou conquistar coisas — o problema é quando isso vira um vício. Quando a busca por “mais” faz a gente esquecer o valor do que já é . Olhamos ao redor e vemos gente com vidas que parecem perfeitas. Redes sociais viraram vitrines de felicidade: viagens, relacionamentos ideais, conquistas, corpos "perfeitos". A comparação entra em...

Não existe pressa quando não sei para onde eu vou.

Não existe pressa quando não sei para onde eu vou. Tem hora que a gente se sente meio travado, meio devagar, vendo o mundo correr enquanto parece que a nossa vida está parada. Bate aquela angústia, aquela sensação de que está todo mundo indo e a gente ficando. Mas a verdade é que nem sempre o problema é a velocidade… às vezes, o problema é a falta de direção. Você já tentou correr sem saber para onde? É cansativo, confuso e inútil. É como dar voltas em círculo achando que está chegando em algum lugar. E é isso que acontece quando a gente se pressiona a ir rápido, mesmo sem ter clareza de onde quer chegar. A vida virou uma corrida maluca. Todo mundo com metas, prazos, expectativas, como se existir tivesse virado uma competição. Mas ninguém fala sobre o quanto é válido — e necessário — parar. Respirar. Pensar. Se perguntar: pra onde eu tô indo? Por quê? Isso faz sentido pra mim ou eu só tô indo na onda dos outros? Não saber o caminho não é fracasso. É parte da jornada. E quando você nã...